“A vida é um incêndio: nela
dançamos, salamandras mágicas.
Que importa restarem cinzas
se a chama foi bela e alta?
Em meio aos toros que desabam,
cantemos a canção das chamas!

Cantemos a canção da vida,
na própria luz consumida…”

Mario Quintana, poeta gaúcho (1906-1994), estreou em 1940 com “A rua dos cataventos”. Tradutor de inúmeras obras, sua poesia é recheada de ironia e de cotidianos.

Um comentário em “Inscrição para uma lareira

  1. Trata-se de um convite. Viva, viva com muito vigor, seja feliz, ou ao menos tente ser feliz , mesmo que hajam pedras no caminho. Em suma, realize a sua obra.

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