foram encontrados:

*  Uma taça de vinho suja (e vazia);
* A tarde que caía, trôpega e suada;
* Aquele beijo que, feito musgo crescia, e se espalhava entre espáduas, sobrancelhas, e enroscava-se em As, is, e umas poucas consoantes;
*  O canto do passarinho que começara naquele domingo azul, e se estendia por horas que amadureciam (ao infinito);
*  O sapo, alguns lápis alheios (ela só usava canetas), e alguns mapas dos países que para sempre voltaria.
Num p.s. perdido, rabiscado no canto esquerdo do peito, um ‘eu te amo’ não publicável.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *